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O PODER DAS ESSÊNCIAS PERFUMADAS.
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Fragrâncias delicadas atingem
matéria e espírito, para sanar distúrbios físicos e psicológicos. |
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Vamos supor que você tenha tido um
dia 'daqueles'. Ao chegar em casa, além do cansaço mortal, sente uma dorzinha de cabeça
enjoada e um desânimo para ninguém botar defeito. Tudo o que deseja é trancar-se num
quarto escuro e esquecer da vida.
Mas ao abrir a porta, suas narinas
captam o inconfundível aroma de um bolo de fubá ainda no forno. Na mesma hora, vêm à
mente agradáveis lembranças da infância, você respira fundo, sorri e começa a mudar
de humor. Pouco mais tarde, ao aspirar o perfume do sabonete, durante o banho, percebe que
a cabeça parou de latejar. E assim, como num passe de mágica, recobra a boa disposição
que parecia perdida para sempre.
O que aconteceu? Sem saber, você passou por um processo de sensibilização olfativa
capaz de ajudar no tratamento das mais diversas mazelas físicas e psicológicas.
De fato, aspirar bons odores faz bem ao corpo e ao espírito. E isso foi descoberto pelo
homem há muito tempo. A tradicional medicina Hindu Ayurveda, de trinta séculos atrás,
já incorporava essa técnica surgida, ao que tudo indica, na China em época ainda mais
remota.
No Egito Antigo, o uso de óleos essenciais de plantas aromáticas para fins medicinais
era tão comum que não havia distinção entre remédios e perfumes. Gregos e romanos
também empregavam extratos vegetais olorosos para cicatrizar ferimentos e curar
inflamações.
O conceito de aromaterapia não se restringe a aspiração de perfumes. Estamos falando de
essências cheirosas de origem vegetal, utilizadas em aplicações sobre a pele, através
de compressas ou massagens; inalações; e ingestão, por via oral, como remédio
convencional.
Além dos efeitos físicos, os adeptos da terapia perfumada perceberam que os odores
despertam intensas reações emocionais. Por isso, começaram a empregá-la em alguns
distúrbios: angústia, depressão e stress. Como resultado, a técnica bifurcou-se em
duas correntes: a aromaterapia fisiológica e a psicoaromaterapia. A primeira
fundamenta-se na reação química provocada pela absorção cutânea dos óleos
essenciais; a segunda, na reeducação olfativa que aciona a memória, reestruturando o
quadro psicológico do paciente.
Extratos provenientes de plantas são substâncias complexas, que contém ésteres,
álcoois, aldeídos, cetonas, terpenos e vários outros constituintes. Ocorrem em
quantidades mínimas, o que torna sua obtenção cara e difícil: uma tonelada de pétalas
de rosa dá apenas meio litro de óleo essencial.
As moléstias abaixo bastante
conhecidas, podem ser combatidas no tratamento com essênsias:
Asma, Bronquite, Cólica, Constipação, Depressão, Eczema, Hemorróidas, Indigestão,
Náusea, Reumatismo, Stress, Tensão nervosa.
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