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O PODER DAS ESSÊNCIAS PERFUMADAS.

flores.jpg (9353 bytes) Fragrâncias delicadas atingem matéria e espírito, para sanar distúrbios físicos e psicológicos. rosas.jpg (9726 bytes)

Vamos supor que você tenha tido um dia 'daqueles'. Ao chegar em casa, além do cansaço mortal, sente uma dorzinha de cabeça enjoada e um desânimo para ninguém botar defeito. Tudo o que deseja é trancar-se num quarto escuro e esquecer da vida.

Mas ao abrir a porta, suas narinas captam o inconfundível aroma de um bolo de fubá ainda no forno. Na mesma hora, vêm à mente agradáveis lembranças da infância, você respira fundo, sorri e começa a mudar de humor. Pouco mais tarde, ao aspirar o perfume do sabonete, durante o banho, percebe que a cabeça parou de latejar. E assim, como num passe de mágica, recobra a boa disposição que parecia perdida para sempre.
O que aconteceu? Sem saber, você passou por um processo de sensibilização olfativa capaz de ajudar no tratamento das mais diversas mazelas físicas e psicológicas.
De fato, aspirar bons odores faz bem ao corpo e ao espírito. E isso foi descoberto pelo homem há muito tempo. A tradicional medicina Hindu Ayurveda, de trinta séculos atrás, já incorporava essa técnica surgida, ao que tudo indica, na China em época ainda mais remota.
No Egito Antigo, o uso de óleos essenciais de plantas aromáticas para fins medicinais era tão comum que não havia distinção entre remédios e perfumes. Gregos e romanos também empregavam extratos vegetais olorosos para cicatrizar ferimentos e curar inflamações.
O conceito de aromaterapia não se restringe a aspiração de perfumes. Estamos falando de essências cheirosas de origem vegetal, utilizadas em aplicações sobre a pele, através de compressas ou massagens; inalações; e ingestão, por via oral, como remédio convencional.
Além dos efeitos físicos, os adeptos da terapia perfumada perceberam que os odores despertam intensas reações emocionais. Por isso, começaram a empregá-la em alguns distúrbios: angústia, depressão e stress. Como resultado, a técnica bifurcou-se em duas correntes: a aromaterapia fisiológica e a psicoaromaterapia. A primeira fundamenta-se na reação química provocada pela absorção cutânea dos óleos essenciais; a segunda, na reeducação olfativa que aciona a memória, reestruturando o quadro psicológico do paciente.
Extratos provenientes de plantas são substâncias complexas, que contém ésteres, álcoois, aldeídos, cetonas, terpenos e vários outros constituintes. Ocorrem em quantidades mínimas, o que torna sua obtenção cara e difícil: uma tonelada de pétalas de rosa dá apenas meio litro de óleo essencial.

As moléstias abaixo bastante conhecidas, podem ser combatidas no tratamento com essênsias:
Asma, Bronquite, Cólica, Constipação, Depressão, Eczema, Hemorróidas, Indigestão, Náusea, Reumatismo, Stress, Tensão nervosa.

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